Política, Sociedade, Educação, Búzios, meio ambiente, Região dos Lagos

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Espaço de discussão dos acontecimentos políticos de Armação dos Búzios


Sábado, 19.07.14

TUDO PELO BEM DE BÚZIOS

Thomas Sastre
Quem poderia imaginar que nos anos 70 em plena ditadura, um vilarejo de pescadores, praias desertas, paraíso para todos, uma pequena comunidade de poucas famílias, poucas casas de veraneio, e com um acesso difícil de se chegar do Rio de Janeiro:- sem nenhuma infraestrutura... Ricos brincando de pobre, pequenos aviões que desciam numa pastagem perto da praia de Geribá e que onde hoje é a Marina, se poderia viver e desfrutar de harmoniosa convivência entre nativos e visitantes.

E era uma alegria se viver com simplicidade.

Estou me referindo à Aldeia de Armação dos Búzios...Virar assim rapidamente um caldeirão político em plena Democracia, apenas por um néscio e contraditório poder.

Escrever certos pensamentos, evita estar em depressão constante, acalma o medo de que as pessoas se cansem da democracia, joguem tudo de vez num buraco: e o último a sair que apague a fogueira...

Um estado deficiente, partidos políticos que não se entendem. Toda esta deficiência dá origem a um poder paralelo: que nem sempre é dentro da lei.

Sem nenhuma perspectiva, por falta de assessoria e de cultura política transparente, incentivados por políticos que na maioria das vezes, ou por não saber exercer sua função ou pouco se importando com as críticas dos opositores, prefeito e vereadores acreditam que podem criar um poder paralelo que lhes dê segurança, sem medo algum, e que com estas atitudes se cria uma sociedade catatônica, paralisada, lesada.

Na maioria das vezes a sociedade recorre ao judiciário para questionar licitações aprovadas em beneficio próprio, mas são distorcidas em defesa, como um ¨Bem¨ para a população, alegando seu status e respeito de autoridade.

A partir da emancipação, Armação dos Búzios carregou em seu curriculum político, uma lista de vereadores, prefeitos, secretários, condenados pela justiça.

Em sua defesa a mesma estória: tentam provar que agiram assim pelo ¨Bem¨ da cidade.

Fazendo uma análise mais profunda sobre o sentido do Bem, o escritor russo Fedor M. Dostoievski descreve em sua obra literária ¨Crime e Castigo¨ o questionamento do que será o Bem e o que será o Mal!
Não tinham muitos daqueles condenados a cárcere revelado que haviam agido por mal; não tinham mostrado a necessidade imperiosa em que se sentiram de praticar determinado ato, considerado delituoso pela urgência de remover certos obstáculos imprescindíveis à própria existência.  E não se mostravam criaturas tão superiores e compreensivas, e, foram julgados como tal. Poderia ter sido um ¨Bem¨ concorrendo para o equilibro da ordem humana....

A história se repete ao querer estar sempre removendo certos entraves, deturpando a interpretação da lei.
O desentendimento entre o prefeito e seu vice que tomou conta dos noticiários policiais do País é bem sugestivo para entender como se interpreta politicamente o Bem da cidade.

O prefeito viaja e não quer o vice ocupando sua cadeira, recorre aos vereadores de sua bancada que lhe dão plenos poderes a ponto de atropelar a constituição, em sua defesa pelo ¨Bem¨ da cidade.

Assessores e vereadores a serviço do prefeito com suas mentes cheias de leitura mal digerida, vendo-se em situação precária, raciocinam da seguinte forma: o vice não pode assumir, apesar do judiciário ter dado parecer a seu favor, o que fazer? A população, jornais e o judiciário a favor da Democracia querem que se cumpra a lei.
Já que não podemos tirar proveito desta situação, só nos resta desacreditá-lo, tudo depende de um gesto; uma pedra no caminho, a justiça, mas nós somos mais fortes, temos o poder em nossas mãos.

Confundiremos a justiça, atacaremos sua integridade desacreditando-o e estará o fato consumado. Agimos como os fortes, como os conquistadores. Pois, enquanto não está dando certo, a lei está do seu lado.

Começa o suplício, o remorso, o arrependimento? NÃO, ninguém se arrepende, eles acreditam que estão fazendo para o ¨Bem ¨da cidade.

O que os afligem é a ideia e a incerteza dos motivos pelo qual agiram assim, a ponto de querer mudar a constituição vigente no País.

Seria mesmo visando o Bem que praticaram o Mal para experimentar a própria força?

O governo não consegue mais justificar-se perante a sua consciência. Teoricamente estava tudo certo mas a teoria falhou na prática.

Quando o propósito é destruir a reputação foram obrigados a mudar de tática. Procurar na secretaria de Meio Ambiente algum crime relacionado ao vice prefeito e encontrar alguma prova para acabar de vez com sua credibilidade.

Nesta luta contra o tempo se está vendo que o plano pode dar errado de novo. Acabam se desconcertando, e quem presumia ser um super-homem, está se transformando em joguete das situações.
A vida no seu curso vertiginoso e inconsciente escapa à toda logica.

Quando se pretende fazer o Bem, vem-se a fazer o Mal, e um crime determina outro, num desencadear incorrigível de forças.

Não teria acontecido o mesmo com tantos conquistadores e governantes que perderam seu poder pela avalanche que eles mesmos provocaram.

Assim o governo vai ter que compreender que na verdade não há super-homens, todos são mesquinhas criaturas escravas da condição humana.

Se quiseram valer-se arbitrariamente, como se não bastasse este desgaste político, e recentemente apresentaram proposta para mudar o gabarito da lei do uso do solo, para beneficiar um sujeito inescrupuloso. A Câmara retirou de pauta esta aleivosia.

Está se perdendo a partida, esforçam-se para abafar por meio do raciocínio a revolta da consciência.
Insistem na certeza de que afastando o vice prefeito não estão cometendo crime algum. Mas isto não lhes basta para libertá-los do sentimento de culpa.

Atraídos por uma espécie de imã irresistível, até suscitar a desconfiança do judiciário.

O Juiz, senhor da situação, prevê matematicamente que aqueles tristes seres humanos acossados pela consciência, se retratarão perante a opinião pública, quiçá motivados pelo evangelho à procura de paz e aí entenderão que quando pecamos contra a lei moral destruímos as nossas vidas.

É preciso sofrer e curvar-se ao castigo. Só a penitencia resgata a culpa e poderá salvar os que se encontraram com Deus.

Viria o prefeito, a ter a revelação de seu destino cristão, convencendo-se afinal que na sua derrota estava sua vitória.

O romance terminou, o debate filosófico ficou em suspenso; tentar afastar o vice prefeito com intrigas de romance policial, tentar mudar leis municipais para beneficiar a vaidade de gente que visa seus próprios interesses; querer caçar o mandato de vereador, me parece que é uma forma primária de uma ingenuidade terrível.

Aqueles eleitores que apostaram em mudanças, continuam assistindo os mesmos vícios dos governos que passaram.


Como diz Rita Lee em sua música, jocosamente falando, TUDO VIRA BOSTA.

Thomas Sastre

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por ipbuzios às 03:54

Terça-feira, 22.04.14

APRENDA COMO MONTAR UM JORNAL EM BÚZIOS

Pequeno Jornaleiro, foto do site rioquepassou
Em Búzios, a boemia teima em conciliar-se com os ares saudáveis da praia. Corpos bronzeados dividem a paisagem com outros que nem se aproximam da areia, acotovelados no balcão dos bares, bebendo e papeando.Já era assim há 32 anos, quando a cidade passou a conhecer o primeiro jornal de Armação dos Búzios- O PERU MOLHADO- um jornal que cresceu nesse recanto entre o Centro da Cidade e o Mar. 

Num ritmo espontâneo, simples e festivo, que não podia resultar em outra coisa: a materialização e o estilo artístico deste jornal. Analisando visões não tão singelas quanto as que encantavam há 20 anos passados.
Um certo ar de decadência permeia as tardes Buzianas...um conhecido ex político, recém saído da praia e sem camisa, estaciona o carrão em cima da calçada. Sem sucesso o guarda municipal tenta convencê-lo que o lugar não é o mais adequado, ao mesmo tempo, do outro lado da rua, uma veterana atriz de novela cambaleia com um copo na mão ,balbuciando ideias vagas no celular. A seguir, um  grupo de empresários à procura de um negócio, ciceroneados por políticos, para ver se levam alguma vantagem na compra de terrenos  ou  legalização de futuros empreendimentos. Na praça do Centro da Cidade,  argentinos e chilenos começam a cantar e a tocar guitarras e pandeiros. Europeus loiros, pele branca castigada pelo sol, rebolam e depositam notas em uma cesta, pronta para coletar dinheiro.  

Quando todo este circo é registrado... Na sexta-feira a ansiedade de todos para ver seus retratos, fazendo caras e bocas, seus 5 minutos de fama no jornal O Peru Molhado. Neste atrativo, interesses políticos  incentivarão a montar outros jornais. Em Búzios, quando alguém se aborrece politicamente, e quer desacreditar, esculhambar, fazer intrigas ou promover-se, cria  um novo jornal. Não se noticia absolutamente nada, se copiam uns  aos outros.. Quando caem de pau em outro jornal, referem-se a ele assim: um certo tabloide publicou que fulano enganou sicrano e era cúmplice de beltrano. Um estilo policial, mais para boletim de ocorrência do que para jornal.  

Porque essa obsessão em querer montar outros jornais em Búzios... Isso se deve ao fato de compensar o atraso cultural da cidade, será... Já que somos histórica e hereditariamente ignorantes ... O Brasil foi o penúltimo país do mundo a conhecer a imprensa... Chegou aqui com a família real portuguesa em 1808, enquanto no México e outros países da América do sul já existia desde meados do século XVI.

 Há trinta e três anos fui testemunha do primeiro jornal de Búzios. Acompanhei e vi proliferarem outros ...
Isto me deu experiência. Acredito, por isso, estar capacitado para ensinar como montar um jornal ou revista em Búzios.

A primeira parte: Qual é a linha do jornal que você quer fazer...

Vamos escolher o nome. Se quer que seja bizarro, pode ser...  GATO ESCALDADO . Se quiser expor  suas críticas, O BAIACU. O nome diz tudo, peixe conhecido na região por seu veneno. Se procura um estilo ecologista, O JARDIM DAS DELICIAS. Se for linha populista, O REGIONAL, LIBERDADE DE EXPRESSÃO, O OPERÁRIO BUZIANO... Estes nomes dão um certo clima social. O nome do jornal deve estar sempre acompanhado de frases tipo “Este jornal só diz a verdade”, “Um jornal que busca credibilidade”, “O povo quer saber a verdade”. Estas frases demagógicas funcionam muito bem .

A segunda parte: Como manter o jornal e se manter.

Procure um restaurante e uma lanchonete. Atenção. Elas têm que ser novas, porque as antigas O Peru Molhado já detonou. Veja se tem movimento. Bajule o dono. Fale bem do negócio. Faça com que eles estejam sempre em evidência  e ai garantirá sua comida diária...Se tiver uma colunista não deixe que ela atrapalhe seu rango. Para não dar bandeira, faça um aperitivo antes para dissimular na hora de comer. Sua sobrevivência estará garantida até o dono ficar de saco cheio. Procure um senhor aposentado com certa credibilidade para falar de coisas amenas. Escolha um padrinho político com grana, deixe-o escrever qualquer estupidez. incentive-o. Faça-o crer que vai estar sempre ao lado do poder.

A parte mais difícil é como conseguir o anúncio da Prefeitura que é o que irá garantir a impressão da gráfica. 

Descubra um funcionário público, aquele que sopra e morde. Figura conhecida  que não esteja satisfeito com o governo.  Faça uma matéria expondo os problemas mas de leve. Quando tentarem falar mal do prefeito, recue. Faça-se de ofendido. Esta aí a isca para pescar o anúncio. 

Esteja em todas as festas e tire fotos dos emergentes. Procure fazer com que eles sejam retratados ao lado de políticos para dar mais credibilidade e vender as fotos por fora.

A parte religiosa e fácil: copie alguns Salmos e convide qualquer pregador para assinar.

Como hoje tratar de assuntos ecológico dá Ibope, procure um cara bem chato e deixe-o à vontade. Ele tem que ser contraditório e radical. Um sujeito que agrade as famosas Balzaquianas reclamonas  da cidade. Ai você terá um perfeito ecologista cara de pau. Mas preste bem atenção no texto antes de publicar. Se ficar se lamuriando o tempo todo que está faltando verde, que o verde está acabando... Cuidado... O leitor pode interpretar que está se referindo ao verde Americano. 

Elogie sempre quem tem grana. Concorde e diga que ele sempre está certo. Fotografe-o com a família... Essa técnica deve ser muito usada. Ai você vai ver como pingam uns trocados. Como um almoço de domingo.

Quanto a parte sensual,  sempre que fotografar uma mulher de biquíni ou semi-nua certifique-se de que ela não tenha noivo, marido ou amante. E muito perigoso. Você pode correr o risco de levar uns tapas. Ou ir parar no hospital. Fatos já acontecidos, com fotógrafos e editores...

Quanto a Revistas é muito mais fácil. Basta tirar fotos bacanas das praias, usar alguns textos lights, puxar bastante o saco do Secretário de Turismo e coloca--lo sempre em evidência. 

Finalmente, procurar uma associação e divulgar o seu trabalho. Como é mais econômico que gastar em folder, a revista terá sua distribuição paga e garantida, ainda irá parar em todos os eventos. Peça para seus amigos que elogiem bastante seu trabalho. Mande e-mails com nome falsos de outras cidades.

Depois de seguir estes requisitos  você se tornará um novo  CHATEAUBRIAND. De Búzios...Bem vindo à imprensa local...Boa sorte...

THOMAS SASTRE

Comentários no Facebook:


  • Tayrone Floresta ...DEPOIS DE RELER...SÓ NOS PERMITIMOS CONCORDAR ! COM PARTE DO TEXTO...POIS SE FOSSE O ESCRITOR REGISTRAR O QUE VIU E SABE...EU SABEREI QUE NADA SEI ...!
  • Luiz Carlos Gomes Tayrone, o texto não é meu. É do Thomas Sastre.
  • Miguel Antonioli gostei muito do texto.
  • Isac Tillinger Concordo com quase tudo. Mas lamentavelmente devo admitir que enquanto não houver anunciantes que possibilitem o jornal ser sustentável sempre haverá que ser financiado por alguém, e geralmente o retorno que este investidor quer não é republicano. Afinal o jornal é distribuído gratuitamente, e sem venda de exemplares e sem anunciantes não dá.



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por ipbuzios às 20:54

Terça-feira, 01.04.14

A imbatível arma para anular uma pessoa

Thomas Sastre, foto do Facebook
O pior dano que se faz a uma pessoa é dar –lhe de tudo e mantê-la como parasita na base de pão e circo.

Quem quiser anular alguém é fazer dela um dependente a outros,  evitando de pensar e de ter seu próprio esforço, impedindo-a de trabalhar e que enfrente os problemas ou as possibilidades de cada dia e que tenha que resolver dificuldades. Dê-lhe tudo e de bandeja: bolsa família, salario desemprego, bolsa crack, comida e diversão.

Assim se poderá evitar que ela use todas as suas potencialidades.

Esta técnica de alienação fará que se evite de procurar recursos que desconhece, sendo alijado de sua criatividade. Quem vive de mimos (presentes) de políticos ou do patrão o tempo todo se anula como pessoa, se volta preguiçosa, aniquila-se a si mesmo. É como um tanque d´água que por falta de iniciativa apodrece o conteúdo.

Aquele sistema de governo que se diz pelo amor, é demagogia. Sistematicamente estão fazendo de tudo para manter o povo a uma submissão sem limites, podendo ser churrascos, cestas de comidas, material de construção, e outras demandas. Este tipo de gente que aceita em troca de servi-lo cegamente passa a ser mais pobre entre os pobres.

E uma das caras da miséria humana é carecer de iniciativa, não aproveitar os instintos, a potencialidade latente, capacidade com que estão dotados quase todos os seres humanos.

Quem vive a vida toda de assistencialismo, se transforma em um indigente, porque assume a posição de vítima e se passa reclamando, quando não recebe. Passa a acreditar que todos tem a obrigação de dar de tudo em suas mãos, considerando-se estar em desgraça para ter ou querer fazer um trabalho digno.

É muito complicado para quem vive a vida toda assim, recebendo tudo de bandeja, que algum dia queira converter-se em alguém útil para si mesmo ou para a sociedade. Exigiria que todos à sua volta sejam responsáveis de fazer com que viva bem, e, culpa os demais por sua própria desgraça.

Os sistemas de assistencialismo político, quanto mais despóticos são, mais impedem que os seres humanos passem a desenvolver sua potencialidade de vida e construir sua própria cidadania.

Às vezes as secretarias sociais acreditam que estão fazendo sua parte, distribuindo alimentos ou dinheiro e que estão fazendo bonito. Mas a realidade é outra, em definitivo estão usando uma arma para anular as pessoas e transformá-las em pobres de pobreza. Isto não quer dizer que a caridade de uma ajuda temporária, não seja necessária em momentos especiais.


Enquanto o pão e circo continuar como remédio para a população, para melhor governar, vai aumentar as hordas e legiões de analfabetos funcionais submissos à espera de que o governante jogue um qualquer para servi-lo....   

Thomas Sastre

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por ipbuzios às 14:03

Terça-feira, 18.03.14

Incêndio quase destrói Macadâmia de Thomas Sastre

No sábado (dia 8) um vizinho irresponsável queima um pouco de lixo e sai com os amigos pra praia. O vento se encarrega de ampliar a insensatez, quase causando uma catástrofe no local, alastrando o fogo até o muro da casa de Thomas Sastre e de um outro vizinho, Édson. Por pouco a tragédia não adquire dimensões colossais, caso uma fagulha queimasse a vegetação seca do outro lado da rua, atingindo também o Alto de Búzios (ver foto). Bombeiros e Secretaria de Meio Ambiente, acionadas, fizeram pouco caso e não compareceram ao local. 

Passado o susto, o que mais entristeceu Thomas Sastre foi ver metade das folhas de sua Macadâmia devorada pelo fogo. Único exemplar existente em Búzios, plantada por ele em 1985, a "Rainha das Nozes" como é conhecida, ainda corre risco de morte. Thomas torce diariamente pela sua sobrevivência. Chegou a ir às lágrimas no dia seguinte ao incêndio. 

Para quem não conhece a planta, recomendo ler matéria da Fernandinha (Fernanda Quintela)  no Primeira Hora de 23 de fevereiro de 2008, na qual ela informa que as nozes da Macadâmia são "desejadas por gourmets, idolatradas por chefes de gastronomia e altamente consumidas por amantes de um autêntico uísque escocês".

Fica aqui um alerta para a Secretaria de Meio Ambiente. Não se pode sair por aí queimando lixo irresponsavelmente e ficar tudo por isso mesmo. Bota-se fogo à vontade em Búzios e não acontece nada! A fiscalização tem que atuar e punir irresponsabilidades deste tipo. Caso contrário, corre-se o risco de que o fato se repita. Na segunda vez, pode ser que uma tragédia de grandes dimensões realmente ocorra. Mãos à obra, Muniz!

Observação: a matéria saiu um pouco atrasada porque na semana passada me vi às voltas com ataques de hackers ao blog.


Terreno ao lado da casa de Thomas Sastre, ao fundo, próxima ao muro, a Macadâmia
Se o fogo "atravessasse" a rua poderia alcançar o Alto de Búzios
A  única Macadâmia existente em Búzios, devorada pelo fogo

Comentários no Facebook:

Maximo Lusardi Búzios comentou um link que você compartilhou.
Maximo Lusardi escreveu: "Todos aqueles que moram com terrenos baldios como vizinhos estão a mercê deste tipo de acontecimento ,que tal se os órgãos responsáveis notificasse estes proprietários de terrenos para fazer a limpeza dos mesmos. Seria bom pra todos incluindo a saúde pois o mosquito da dengue está escondido aí tambem.Fica a dica."


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por ipbuzios às 21:06

Sexta-feira, 08.11.13

“Armação dos Búzios, à procura de seu herói”

Foto do Facebook do Thomas
"São infelizes os países ou lugares que precisam ou estão sempre à procura de alguns heróis para idolatrá-los, tanto faz se forem do bem ou se são do mal, escreveu o dramaturgo alemão Bertold Brecht em sua peça “A vida de Galileu” .

A frase resume uma das concepções central do marxismo. Segundo a qual a luta de classe é mais importante para a história que a trajetória dos indivíduos que procuram sempre estar em evidência ou protagonizar os fatos. Brecht sobrevive até hoje como autor teatral mas essa idéia se revelou um engano.

Hoje é consenso entre historiadores, ou críticos de comportamento que os indivíduos tem sim um peso excessivo na vida das pessoas ou em certos lugares.

Os Estados Unidos, veja o exemplo: Não teriam uma grande indústria automobilística em Chicago se não tivessem eliminado e colocado atrás das grades as quadrilhas de gangster e o próprio líder Alcapone. Hoje Chicago é um exemplo de respeito à lei em todos os sentidos.

No caso brasileiro celebrar os heróis considerados do bem para algumas pessoas e para a lei elementos do mal, é uma oportunidade de avivar a memória para exemplo daqueles que trazem lições para o presente.

Os indivíduos considerados heróis do mal que fizeram história e mantiveram um certo equilíbrio por várias décadas foram os bicheiros, mantinha um certo equilíbrio social fora da legalidade, ou seja, para ser legal tinha muita sujeira por trás.

Patrocinavam políticos, escolas de samba, times de futebol, eventos religiosos, show de grandes artistas, mas tinham seus códigos, sua ética de respeito na comunidade, não compactuavam com traficantes.

O vazio deixado pelos barões da zoologia a medida que eram eliminados passou a ser ocupado pelo tráfico em geral.

Seus principais heróis Fernandinho Beira-mar, que encolheu depois de ser transferido dá lugar ao P.C.C organização criminosa comandada por seu líder (herói das periferias) Marcos Camacho (Marcola). Uma organização com uma eficiente estrutura à serviço de todo o tipo de delito previsto no código penal. Apesar de estarem presos mantém capacidade de comandar e coordenar qualquer delito, continuam a lançar seus repto mortal às autoridades do país.

A escalada do crime organizado se irradia para todo o interior do Brasil, contamina outros estados e municípios. As causas são múltiplas e complexas, a começar pelas políticas dos dirigentes que ainda governam com cestas básicas ou assistencialismo.

Eternos problemas muito conhecidos de estruturas no campo econômico e social.

Um principal fator da ascensão destes heróis é a covardia do cidadão. O medo faz com que o cidadão se sinta acuado, a cidade passa a viver acuada, razões morais para frear a insegurança que gera a corrupção e a violência.

O medo, esse é com certeza o maior estimulador do atraso. E o medo por exemplo, que impede muitos cidadãos a ter um comportamento consciente em denunciar a delinqüência e o descalabro público imposto por autoridades constituídas. Por causa de pretensos sumiços os heróis do crime e os governantes ao serviço do mal fazem e dizem o que querem desacreditam qualquer elemento da sociedade, que logo passa a ser um refém de uma crise sem saída. Os cidadãos submissos e medrosos preferem fofocar a emitir uma crise de comportamento ou desvio de conduta. Estão sempre à procura que alguém o faça por eles como uma ponta de lança, um boi de piranha ou mais um São João Batista.

Volto a citar o quanto estava equivocado o dramaturgo B. Brecht, que pregava as lutas das classes como dogma marxista. É o exemplo mais primário, mais destrutivo para a civilização. Karl Max compreendeu mal o capitalismo. Foi desonesto com as evidências sua contribuição para a sociedade foi totalmente negativa. Graças a ele e outros pensadores por mais de século muitos países e cidadãos perderam a chance de crescer, viveram de assistencialismo demagogo. Cidadãos deixaram de ter acesso a informação e a liberdade. Peça fundamental para o processo criativo. Muitos foram mortos injustamente, muito dinheiro foi jogado fora, em vez de ser usado para melhoria de qualidade de vida.

O legado marxista primitivo foi exportado para os governantes que vivem do assistencialismo, populismo que exploram uma mão-de-obra escrava e profissionais mal remunerados. Políticos rapinando os cofres públicos para campanhas eleitoreiras em nome do social, um assistencialismo vulgar.

Os heróis da ilegalidade são cultuados à medida que a miséria se alastra. Estes heróis inspiram e motivam. Eles proíbem de distinguir o que é certo ou errado aos indivíduos que os idolatram.


O Oriente tem seu herói Osama Bin Laden, que inspira muitos jovens a se explodirem por sua causa, e os transformam em heróis.  O Ocidente procura ter seu herói em cada canto. Já aqui no município de Armação dos Búzios, há uma lista enorme de heróis breve serão anunciados pela Receita Federal e o Judiciário. Esperamos que a Orla Bardot  não fique entupida de estátuas destes futuros heróis". 

Thomas Sastre


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por ipbuzios às 11:32

Domingo, 18.08.13

Cultura em Armação dos Búzios: Teatro ou Anfiteatro? 1




Recentemente realizamos a 2ª Conferência de Cultura. Desde a campanha eleitoral se discute a necessidade da Cidade ter um teatro. Na Conferência, como não podia deixar de ser, o tema voltou a baila. O governo pretende construir um Teatro onde era a antiga Prefeitura, de frente para a Praça Santos Dumont, com capacidade para trezentas pessoas. Vozes discordantes defendem a construção de um grande Anfiteatro ao ar livre em um outro local. Para estimular o debate, a partir de hoje, o blog trará entrevistas com pessoas que "produzem" Cultura em Búzios. Afinal de contas os recursos para a empreitada são públicos. São nossos. 


Anfiteatro Municipal de Villa Maria, Córdoba, Argentina  


O anfiteatro municipal de Villa Maria, Córdoba, foi construído em 1959. Apesar de o município na ocasião ter apenas 24.000 habitantes, o prefeito o  construiu com capacidade para 12.000 pessoas, pensando no crescimento da cidade. Hoje, Villa Maria tem 180.000 habitantes e pode continuar realizando grandes festivais nacionais e internacionais.

Foto: Archivo Histórico Municipal de Villa Maria

Vista aérea do Anfiteatro Municipal de Villa Maria, Córdoba, Argentina 

De acordo com Thomas Sastre Búzios precisa "pensar grande". "A cidade merece. Um pequeno teatro divide as classes sociais. A escassez de espaço poderá criar ressentimento cultural. Se for para construir Teatro que se construa um em cada bairro com capacidade para 150 pessoas. Defender a construção de um Anfiteatro é pensar grande, é lutar por uma ideia em prol de todos".

Foto: Archivo Histórico Municipal de Villa Maria




Ainda segundo Thomas Sastre, em 2012, "o Prefeito pensando no conforto da população devido às mudanças climáticas, fez uma cobertura de muito bom gosto em vidro cristal. O anfiteatro ficou lindíssimo e muito mais confortável. Com a obra, o Prefeito protegeu a cultura e a fez sempre presente". 

Foto: Archivo Histórico Municipal de Villa Maria

Thomas Sastre conclui pedindo ao prefeito André:

 "PENSE GRANDE! HUMILDADE POLÍTICA! APRENDA E SE INSPIRE!

Comentários: 

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Ouro Preto padece dos mesmos males. Uma pena. A hipocrisia..... Muito bom Thomas. Parabéns.


Jose Joaquim muito boa entrevista


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por ipbuzios às 18:12

Sábado, 10.08.13

DIVERSIDADE CULTURAL

Thomas Sastre
"Não somos como nos vemos

A construção da política cultural e social transladou-se da cidade para os meios de comunicação, ilustrando-a apenas em uma tela.

É assim como a mídia mostra nosso modo de ser, e ao desenvolvermo-nos respondemos com desprezo ao que é diferente.

Com o mesmo propósito com que se festeja no mundo todo a Diversidade Cultural, paira uma esperança, de que nesse ano do governo do Dr. André Granado e o respectivo Secretário de Cultura Alexandre Raulino de Oliveira, recuperaremos a nossa auto-estima cultural, e retomaremos a  ideia de uma cidade sem fronteiras, reivindicando os diversos modos de ser de cada cidadão buziano.

Búzios nunca foi uma cidade homogênea  e por isso jamais pode definir-se culturalmente uniforme. Mas assim mesmo há um paralelismo com o ideário de um município integrado.

Esta cidade passou sua vida dissimulando origens, escondendo embaixo dos tapetes dos governos as diversas etnias que povoaram a aldeia de pescadores, misturando ou liquidando múltiplas identidades, reduzindo grupos sociais com suas tradições.

Selou-se para a nostalgia atual rótulos como “o paraíso buziano”, mas o tempo e a história se encarregam de mostrar-nos na cara que não somos puros como nos vemos. Somos parte de uma sociedade deslumbrada, sábios e eruditos, apenas isso.

Apesar desses falsos valores, os nativos e os imigrantes de outros estados e países marginalizados pela exclusão social, podem suportar o trabalho e a exploração com mais dignidade de quem os gera.

As expressões musicais nas periferias geram sempre muitos adeptos, mas seu clube de detratores, que é cada parcela da tal dita sociedade buziana, recrimina depreciativamente cada vez que nega qualquer expressão artística. E damos um passo pra trás na construção de uma cidade verdadeira, para todos, sem fronteiras urbanas intransponíveis, com menos violência, com uma ideia de concórdia e bem estar.

Uma tarefa nada fácil, pois ademais de toda essa riqueza de identidade que povoa o município, considerada pobreza aos olhos do sistema,  existe uma expressão cultural que encarna os humildes, e assim mesmo não podem tirar-se de cima deles o estigma de cidadãos de segunda classe. Estas manifestações que não são pensadas, espontâneas, sem a menor ideia de que podem ser mal divulgadas. A partir das políticas culturais bem divulgadas, como subculturas de bairros, não podem passar despercebidas aos olhos dos políticos.

Devem pleitear-se seriamente sua gestão, tendo em conta  a diversidade cultural, como um modo de garantia de que todas essas expressões que se encontram fragmentadas em Búzios, tenham a possibilidade de existir, de ter visibilidade e reconhecimento como uma estratégia política-cultural para não cairem na armadilha da violência, como único testemunho de pertinência, e como aval da voluntariedade de ser bem no meio de uma sociedade que  lhe torna difícil a vida em sua plenitude.

A necessidade de planejar calendários e políticas públicas , centralizando-as no eixo da diversidade cultural não implica em trabalhar simplesmente em um suposto âmbito da cultura. Abarca a esfera do político, econômico e social de maneira rotunda, pois a negação histórica e sistemática da diversidade mantém até os dias de hoje uma coleção de novos marginalizados, desconectados, diferentes e desiguais. Citando um exemplo: Búzios foi sempre toda direcionada a Rua das Pedras, e ao Centro, sempre em destaque, e o resto, sempre é o resto.

Existem casos de jovens que desempenham distintos trabalhos e fixam suas residências em casa de parentes e amigos, que moram no centro, com vergonha de revelar seu bairro de origem periférica. Existem jovens que não podem ascender a oportunidade de emprego, e são empurrados para uma realidade de ocupações ilícitas, ou diretamente condenados a raízes laborativas por carecer de outras oportunidades que não seja o comércio ambulante.

O mais problemático, as favelas, os bairros inexpugnáveis, os guetos, e mais frequente que sua construção venha de fora dos meios, e por meios da indústria cultural, que por não terem (eles), seus habitantes, as ferramentas para construir sua própria identidade, seus símbolos, suas verdadeiras representações, seu orgulho pessoal e grupal, acabam se isolando e gerando atitudes de revolta.

Vamos ser claros e com humildade entenderemos o que é a Diversidade Cultural, para aqueles que não sabem.

A diversidade Cultural é um conceito essencial,  impulsionado de maneira recente por uma declaração em 2001, e divulgada na Convenção  da Unesco em 2004. A Diversidade Cultural não deve impor-se simplesmente, porque o diálogo entre gente que pensa diferente soa bonito, atrativo, exótico, tampouco deve implantar-se porque é um exercício de tolerância, e reconhecimento do outro. A diversidade cultural oferece um entendimento da complexidade do que é fruto de cada cidadão na atualidade, é por isso que deve estruturar-se em conjunto, porque a falta de reivindicação dos grupos sociais, sua omissão, e sua falta de integração na cidade, por parte dos governos, equivale a oferecê-los como simples objetos das mais variadas formas de exploração ao que pode submetê-los o mercado.

Para trabalhar em políticas públicas de inclusão de grupos étnicos, desiguais, e diferentes, índios, negros, brancos, mulatos, amarelos, rosas...originários, é preciso reconhecer e entender sua capacidade de criação, tais como artesãos , balés folclóricos , a música popular , forró, pagode, funk, hip-hop, samba, bandas tradicionais, chorinhos, blocos de carnavais, cinemas nas praças, (como espetáculo), teatros de bairros , festas tradicionais (Sta Rita, Santana), músicas eruditas, escola de cinema de bairros, poesias, escultura, belas artes, circo. A cultura do espetáculo, festival de blues e cinema já  tem seus espaços garantidos e seu sucesso absoluto na cultura do espetáculo.

É preciso abrir-lhes caminhos para se constituírem imagens poderosas de si mesmo, através das gestões associadas a alianças com políticas sociais, reativar casa de cultura nos bairros, dar-lhes um respaldo e uma segurança cultural séria, programas que garantam a governabilidade em calendários artísticos, que promovam a inclusão , que ofereçam alternativas de trabalho e criação.

De fato que a implementação implica a inversão financeira de parte do município ou estado, em todas as suas inversões, pela qual os municípios argumentaram em todos os governos nunca ter dinheiro, mas isso não é uma razão séria e honesta no mundo atual. Nossos municípios vizinhos  vem investindo fortunas, financiando a arte local, e a nós ninguém nos obriga  a converter-nos em vítimas.

Para termos uma cultura sólida, além de pessoas preparadas, sem egos, e vaidades, há que se ter um Conselho deliberante da cidade, integrado por pessoas ligadas a cultura, e não a política, evitando-se assim picaretagens culturais. Criar dentro da secretaria o Instituto da Diversidade, um espaço singular e inédito de articulação social e cultural.

Uma ideia que deu certo, em vários países, resolvendo a exclusão social e o analfabetismo em 70 por cento.
O que se espera para o município é que se construa uma Diversidade Cultural com esperança e justiça".

Thomas Sastre


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por ipbuzios às 16:55

Domingo, 21.07.13

Pra não dizerem que não falei do BOLSHOI

Assisti o maravilhoso espetáculo Gala Bolshoi da Companhia Jovem da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, no dia 7 passado, no Campo da SEB. O EVENTO dos eventos já acontecidos na Cidade  Não publiquei nada depois porque não consegui boas fotos devido à distância em que fiquei do palco. Besteira minha! Poderia ter utilizado as fotos do blog da Prefeitura. Felizmente, dias depois encontrei o secretário de cultura Raulino em uma agência bancária da cidade e pude parabenizá-lo pela realização do evento. Não só ele, Zé Márcio, do turismo, também merece aplausos, pois o espetáculo foi uma "obra conjunta" das duas secretarias. Finalmente, resolvi fazer este post porque um terceiro responsável, meu amigo Thomas Sastre- grande idealizador da vinda do espetáculo para Búzios- me autorizou publicar fotos do seu facebook (https://www.facebook.com/thomas.sastre.1?fref=ts). Seu FACE merece ser visitado para que se conheça o grande artista que ele é. Como acontece com outros artistas residentes, a cidade de Búzios nunca o valorizou como deveria. Ele, foi parabenizado in loco por mim, pois o encontrei impecavelmente vestido no próprio evento. Sua bengala, um must!!! Finalmente, não poderia deixar de agradecer ao Prefeito Dr. André. Parabéns Prefeito! 

Thomas Sastre, ao centro, com o bailarino e hoje Professor Cesar Lima, e com a artista, produtora cultural e ex- bailarina, hoje monja budista Cris Anila Paramita 


Transcrevo abaixo o depoimento feito por Thomas em seu FACEBOOK. Tomei a liberdade de traduzi-lo do portunhol para a nossa língua.

"Cinco mil buzianos unidos pela primeira vez em um espetáculo sem politica, cada morador lado a lado em um bem comum, em Armação dos Búzios. O mistério da reconciliação geral no conhecimento fraternal desse canto órfico das almas e/ou lirismo da obra do Ballet Bolshoi. SENTI A MIM COMO UM INSTRUMENTO DE UNIÃO PARA AQUELES QUE BRIGAM FREQUENTEMENTE, UNS COM OS OUTROS PORQUE TEM VERGONHA DE EXTERIORIZAR SEU AMOR. EU E O  ALEXANDRE NO SET CONSEGUIMOS UNIR TODOS OS BUZIANOS. DEVER CUMPRIDO" (Thomas Sastre).



Outros depoimentos:

"Eu vi o espetáculo e fiquei muito orgulhoso de morar em Búzios" (Marangoni, artista plástico, jornal O Peru Molhado, 11/07/2013)

Depoimentos extraídos do Facebook do Thomas:

"Adorei o Ballet Bolshoi com minha rica afilhadinha Morena ... Lindo Espetáculo! Obrigada Thomas Sastre ! Queremos mais!!!" (Fernanda Oestreich Tegli).

"Que bom,tbm acho que precisamos e merecemos eventos de grande qualidade e pelo visto esteve também muito bem acompanhada.Bs querida (Lucy Armani)

"Meu caro Sastre... primeiro, esse foi o espetáculo mais SENSACIONAL que Búzios teve o prazer de assistir!!! Segundo, você é uma pessoa controversa, complicada, criticada por muitos... mas FAZ ACONTECER na Cultura Buziana. Sei que o GRANDE RESPONSÁVEL por esse belíssimo presente para todos nós foi VOCÊ. Esse seu feito vem se juntar a tantos outros que, no passado, foram criados e conduzidos por você. MEUS PARABÉNS & RESPEITO, amigo Sastre !!! (Fernando Naxcimento)


"Weektrip Parabens thomas! (Mateus Santos)


"Foi tudao!" (Maga Silvestre)


"PARABÉNS!!! (Cris Dias)


"Parabéns Thomas Sastre. Um grande abraço!!!" (Jose Wilson Barbosa)

 ESPETACULO MARAVILHOSO! (Jose Joaquim)


 "no lo he visto pero me imagino que es muy bueno" (Turco Mercado)


 "muito bom" (Marcelo Pablo Paladini)


"tem coisas que não tem preço...essa foi uma ..." (Sonia Persiani)

Meu comentário:

"O evento dos eventos já realizados na Cidade. Estupendo!" (Luiz, IPBUZIOS)

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por ipbuzios às 10:32

Quarta-feira, 25.08.10

Obra de arte 2

                                           Este trabalho é do meu amigo Thomas Sastre.
                                           Está exposto na Igreja Santa Rita.
                                           Foi doado pela família Drummond.

Ver: "Obra de arte 1"
Ver: "Obra de arte 3"
0010

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por ipbuzios às 21:14


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